afternoon sudden stories

About today

Today you were far away 
and I didn’t ask you why 
What could I say 

I was far away
You just walked away
and I just watched you
What could I say

How close am I to losing you

[about today, and the day before, and the days before…]

Ready or not

Pulling an allnighter, unwillingly. I’ll eventually shut down though.

Music in 3, 2, 1…

Under pressure.

Mérito a quem lhe é de direito. Porque num mundo cada vez mais vulgar, aponta-se o dedo aos “heroes”, apontam-se os “boys”, e ficam – valha-nos isso  – ficam os clássicos. E no fundo, quando a poeira assenta, só mesmo esses sobrevivem.

[nó na garganta]

the way they say it goes

Isn’t that the way they say it goes?

Well, let’s forget all that
And give me the number if you can find it
So I can call just to tell ’em I’m fine and to show
I’ve overcome the blow, I’ve learned to take it well
I only wish my words could just convince myself
That it just wasn’t real, but that’s not the way it feels
No, no, no, no – that’s not the way it feels.

[untitled]

Foi a primeira vez.

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Foi a primeira vez que a vi chorar.

Depois de várias voltas no parque de estacionamento, voltas para desatar o nó que se encontra entalado e alojado cá dentro, voltas alheadas do que se passava no exterior, unicamente a ganhar coragem para dar o passo para dentro do edifício. Mais do mesmo, pensei. Entrar e ver uma maioria de caras desconhecidas, rostos vagos com algo em comum: o cansaço terrivel e um medo latente de nao saber, nao querer ou nao mostrar. Mesmo nos mais bravos, o brilho no olhar que já nao existe..ficou em algum lado, está adormecido, algures.

Invariavelmente faço o percurso quase de cor, nao gosto de estar ali, nao quero ver mais do que tenho de ver. Pergunto como ela está, a uma das enfermeiras e pela primeira vez alguém me responde sem aquele palavreado tecnico e quase decorado.

– Está cansada. Entra um bocadinho, mas não posso prometer nada.

Outra vez aquele nó cá dentro e aquela vontade irracional de virar costas e fugir o mais rápido possível. Mas fico.

Ainda demoro a entrar. Já aqui estou mas chuto cada passo.

Encontro-a dormir, sossegada e imediatamente sei que nao me vou aguentar ou pelo menos, nao como tinha imaginado. Sentei me ao lado e um mundo inteiro de recordações bloqueia a visao do quarto, da cama. Fica tudo desfocado e tento voltar à realidade.

– Ainda bem que ficaste. – ouço-a dizer, baixinho.

A voz acusa o cansaço e a fragilidade geral, como é que eu ainda me queixo..

“Claro que fiquei. Fico sempre.” Olho finalmente para ela e foi aí  a primeira vez que a vi chorar.

O que falámos depois, o que ela me disse depois, fica entre nós- para ja ainda está amarfanhado num turbilhao de emoções.  Vou me lembrar, isso te garanto.

Mas fica mais um bocadinho.

do I wanna know

like the existence of resonance

leec

13SS Lee Cooper Meet the Makers in Taiwan – Josh

blur | seen and not seen

Ken Rosenthal

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